quinta-feira, 5 de maio de 2011

Anônimo


Casa de Marimbondo, não mexe com a minha boca, me deixe em pensamentos, não mexa em meus pensamentos. Se teme os resultados dos que os outros possam te dar, imagine eu de calo, nem me calo. Temor de frios, falo. Cuspindo Marimbondos, minha boca um Vespeiro.

Solene e gracioso, mas cheio de maldades. Casa de Marimbondo. Pensou que andava livre e tropeçou nas minhas letras. Achou que criou asas e voou feito uma garça, bebeu da minha água e tentou desatino. Bebeu da minha água, a água é minha.

Mexe comigo não. Deixe-me calado no meu canto, Casa de Marimbondo. Vespeiro. De boca calada sou até teu amigo, só não mexe comigo. Cuspo os Marimbondos e cuspo mesmo. Casa de Marimbondo. Vespeiro.

4 comentários:

Camila Alves disse...

Melhor ser assim do que precisar engolir aquilo que deveria estar bem longe...

Vou te seguir!

Abraços!

*Marcella* disse...

Se eu não soubesse do que se trata pensaria: "esse cara é louco". Mas como eu sei.. só posso pensar que é um gênio!

Mara Farias disse...

Ás vezes me sinto assim:como uma caixa de maribondos!Produzo o mel mas sempre pronta para atacar!
Muito lindo!

Paulinhaaa disse...

tb acho que dá musica... e cara.. uma musica mt boa!!!!! perfeita na minha cabeça!