terça-feira, 5 de abril de 2011

Nada é verdade

Noutro dia a data era ainda o dia primeiro deste mês e uma pessoa que muito sabia o que comer me daria e diria que por ali era só o alimento que o corpo precisava o que a mente consumia só mesmo Pessoa poderia, talvez em faceta de Campos, mas só ele me falaria e mostraria que eu sou complexo, nem tão alto – talvez tão habitado – quanto o do Alemão. Dentro dos nossos livretos de três ou cinco frases – só para dar números incertos – estavam tudo que já lemos até hoje.

Essa pessoa, mulher, me deixou com um certo tom de dúvida: Se por tudo minto nesse dia dizer que morri seria mentir também? Se por verdades faltarem nesta data morrer seria mentir? Não é verdade que morri, mesmo que de rir, é um dia como outro, nada é verdade.

Um comentário:

Mara Farias disse...

Obrigada pela visita em meu blog!
Gostei muito da sua escrita!
E sobre o texto:
Nunca devemos acreditar em tudo,na verdade,nada é verdade,tudo é fantasia...

Abraços

A Cara da Poesia